Minha astrologia sexual em suas mãos
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O Carinha da Minha Escola



By  Unknown     10:00    Marcadores:,,,,, 
"Back" de Nicolas Calderon retirado do Flickr com alterações.


Tudo começou com o divertido esporte de medir o pau um do outro.

Eric se vangloriou por ter o pau maior. Mas não possuía a mesma habilidade que o meu.

— Que habilidade? — ele perguntou.

Você precisa aprender a instigar. Não só os caras que você está a fim, mas todos ao seu redor. As pessoas têm melhor relação quando ainda não sabem tudo sobre as outras - isso as incentiva a saber cada vez mais, desperta um real interesse. Quando sabem tudo, a monotonia domina qualquer tipo de relação.

Tão inocente quanto uma cascavel, esse Eric. Pronto para dar o bote. Aprendi com caras como Eric que se eles querem se passar por inocentes, eu me passo em dobro. A inocência é o álcool em gel da alma. Mesmo quando você não tem nenhuma inocência, você jura ter, por que criamos a ilusão de que ela nos torna alguém melhor.

Mas você e eu sabemos que Eric não era a melhor pessoa, não pelo que havia feito. Tampouco inocente.

Esse discurso barato escondia um desejo reprimido, eu podia jurar. Claro que não tinha certeza de nada, estava apenas idealizando a mente de Eric. O ponto de partida foi: o que tenho a perder? É, o que você tem a perder? Eu particularmente não tenho nada. Tanto que fui lá e comi ele. Sério mesmo. No duro. Não ria, eu comi o machão da escola.

Quando as luzes se apagam, as cortinas se fecham e o espetáculo acaba, todos nós voltamos a ser o que escondemos de toda a civilização: cheios de desejos, instintos e segredos que não estamos dispostos a contar. Mas estamos dispostos a sentir.

Na mente de Eric, dar o primeiro passo lhe daria atestado de gay. Não faz mal, eu era gay mesmo, assumido, todo mundo sabia. E quando coloquei a mão no pau dele, no vestiário da escola, ele esquivou, mas não protestou. Coloquei de novo, ele olhou ao redor para vigiar se havia alguém.

— Sério, qual habilidade? — Eric estava sedento por uma resposta. Mas eu prefiro trabalhar com o mistério, com o que é dito pela metade.

— Por que você não confere? — perguntei alguns segundos depois. A escola já estava vazia mesmo, o treino havia acabado, eram seis e quarenta e cinco da tarde, ninguém ligava mais para aquele banheiro masculino em um corredor mórbido.

Eric se encheu de interrogações. Mostrou que não conseguia [ou não queria] interpretar a minha deixa. "O que eu tenho a perder"? Voltei a pensar. Nada. Absolutamente nada.

Cerrei os punhos na nuca de Eric e o puxei ao meu encontro. O barulho oco do seu peitoral batendo contra o meu e de seus braços tentando se desvencilhar dos meus foi curto, eu dei o primeiro segundo passo logo depois. Voltei a apertar seu pau, massageá-lo dentro do short até sentir que ele queria sair. Isso não demorou muito.

Eric parou de lutar, foi vencido por suas vontades. Os virginianos de plantão vão ficar arrepiados porque estávamos suados, quentes e sem escrúpulos. Longe do perigo de ser descoberto, ele se soltou. E tive de tapar sua boca com força quando ele começou a gemer alto.

É aquela sabedoria popular em ação: ajoelhou? Então vai ter que rezar.


[Continua, é claro]

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