Minha astrologia sexual em suas mãos
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Introdução Punhética



By  Unknown     19:25    Marcadores:,,,,, 
Brandon Zablocki por Brian Jaime.


Algumas palavras podem mudar tudo. Principalmente se elas são "não encosta em mim, seu gay", em meio a uma multidão no refeitório de uma escola cheia.

Eric Duarte poderia ter sido mais educado. Infelizmente os homens tomam coragem quando têm quórum para suas besteiras. E veja no que deu. Tive de destruir sua vida e mostrar-lhe que dar a bunda não é tão ruim assim. Aliás, ele gostou bastante. Você pode conferir no vídeo que espalhei pelas internets da vida. Ele mesmo espalma a bunda rosada, abre bem as nádegas e esfrega contra o meu pau. Ele se vira para me beijar - isso você não poderá ver - e em seguida me chama de seu macho.

Não existem teclas suficientes para a risada que estou dando, quatro anos depois. Macho? Dele? Prefiro o hospício.

Já aviso de antemão que os nomes NÃO foram trocados, para proteger a identidade dos atores sexuais de meus contos. Assim, quando eles lerem suas proezas aqui, sentirão um pingo de ódio, nostalgia e um quê de hipocrisia em tudo o que fizeram. Eu particularmente, não ligo.

Mas há algo que preciso dizer, antes que me proponha a dedilhar esse blog. À moda Dom Casmurro, que antes de deitar a pena no papel precisa introduzir sua ópera, eu, Vênus, preciso recobrar em toda minha prosa punhética o que me levou a querer converter héteros.

Teve o caso do Eric, é claro. E do Julian também. Já já irei contar o caso deles, por motivos de marketing colocarei uns títulos bem escrotos, desses de contos eróticos de sites da internet mesmo "Carinha hétero homofóbico que kikou sem parar". Ou "Estudo da bíblia que acaba em aula de sexologia". Não, não, ainda está fraco. Talvez precise errar um pouco mais o português e me inspirar mais no lado animal da cena. Afinal, não é por isso que você lê putaria? Por que quer resgatar o animal dentro de você? Comigo é assim, adoro o animal que há dentro de mim. 

Você pode senti-lo, raramente o mostro. Sob a escuridão do quarto, deitados numa cama, posso arranhar seu corpo todo e depositar chupões que almejem arrancar sua pele. Desses que não há lua ou sol o suficiente para clarear pensamentos. Tem coisa mais bonita que um homem gemendo, arranhando o corpo do outro e bombando sem parar enquanto o suor une os dois cheiros de machos? Não, não tem.

Até tem. Um Castro Alves... Um Guimarães Rosa... Mas não irei me propor a poetizar, por que sou péssimo nisso. Estou me propondo a contar casos que deveriam ter ficado no sexo sigiloso, mas como sou descarado e você é safado, desdobraremos um mundo perverso e excitante que permeia a mente dos homens. Vamos às minhas desventuras!

[peço desculpas de antemão por ficar punhetando os meus devaneios. Você irá perceber que há um quê de punhetação em qualquer literatura. E antes que recorra aos dicionários, acostume-se com neologismos].

Introdução não é aquele negócio de enfiar a cabecinha? Então...



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A minha missão é divertir, seduzir e converter - - os héteros, é claro.